Francofonia Afropolitana (em andamento)

– Projeto de Extensão Francofonia Afropolitana (início: ago/2016 – em andamento).

Equipe:

Prof. Dr. Cleber Daniel Lambert da Silva: Coordenador

Profª. Drª. Elizia Cristina Ferreira: Vice-Coordenadora

Abdulai Djabi: Bolsista PIBEAC

Segunda Cá: Bolsista PIBELPE

A Francofonia Afropolitana é um projeto de extensão realizado na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Bahia) e que se fundamenta na articulação da extensão com o ensino e a pesquisa para criar um espaço para iniciação em língua francesa com ênfase no universo da África e da Diáspora em que esse idioma é falado. No que se refere à extensão, o projeto visa atingir tanto a comunidade interna quanto a comunidade externa interessadas na iniciação a esse idioma, através da oferta de um curso semestral de iniciação à Língua Francesa, contemplando a introdução à gramática e a prática da conversação (para iniciantes), bem como o estudo da francofonia africana e afro (países africanos e da diáspora que tem o francês como língua oficial e conhecimentos gerais acerca de suas culturas). A articulação com a pesquisa e o ensino se dá através da ação Oficina de Tradução do Grupo de Pesquisa Geofilosofia, onde são realizadas traduções de pensadores contemporâneos no espaço africano e afro, permitindo difusão da produção de saberes no espaço da francofonia afropolitana. Já a articulação com o Ensino deve se dar em diferentes contextos de formação sobretudo nos cursos de Bacharelado em Humanidades da Unilab, de Relações Internacionais, de História, de Pedagogia, de Ciências Sociais e de Letras, por exemplo, através da publicação e disponibilização de textos traduzidos no âmbito da Oficina de Tradução na disciplina Filosofia Africana e eventualmente em outras disciplinas, tornando possível trabalhar diretamente com a produção de pensadores africanos e afro de expressão francófona acerca de temas contemporâneos. Entre outros produtos, já foram traduzidos dois artigos: “Afropolitanismo”, do pensador camaronês Achille Mbembe (http://www.revistaaskesis.ufscar.br/index.php/askesis/article/view/74 ) e “Negritude como movimento e como devir”, de Souleymane Bachir Diagne (no prelo). 

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